Juro que eu queria uma vida

Juro que eu queria uma vida

Queria que esse blog desse certo.

Então, não deu.

Tudo foi motivo para dizer que não.

Primeiro porque eu não queria, e não quero fazer sensacionalismo.

Colocar um monte de balelas para os trouxas.

Ou, como disse um amigo: enganar quem deseja ser enganado.

Mas, não posso.

Eu posso não saber bem o que eu quero, mas sei o que NÃO quero.

Ouvi, aprendi, entendi algumas técnicas, mas não rolou.

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Fui cassada e não sou mais monetizada, salvo se alguém comprar o produto que eu anuncio.

Pior é não saber nem o porquê da minha cassação.

Principalmente quando vejo pessoas cometendo crimes em nome do clique!

Mas, vamos em frente.

Agora escrevo apenas em uma plataforma, já que a inicial, do Google, não me permite vender por conta própria.

Tudo dá trabalho.

Ou vocês acham que escrever basta sentar e usar o teclado?

Então, precisa de tema, pesquisa e tudo o mais.

Escrever é o menor dos problemas, mesmo tendo técnicas bestas que não levam a nada.

Aí escolher imagens, fazer um canva, publicar em duas plataformas (blogspot e wordpress).

A primeira, aliás, deixei após a desmonetização.

De que adianta ter mais trabalho e perder tempo com algo que não traz nada?

Ah! E depois disso ainda temos que distribuir o conteúdo por conta própria.

É um tal de mandar no whats, no Pinterest, no Facebook e Instagram, twitter etc.

E tudo usando linguagem diferente para cada lugar.

Afinal é isso que atrai o leitor, já que as tais ferramentas não me valeram.

Tudo é aprendizado

O leitor deve estar pensando: “porque continua então?”.

Simples. Pelo mesmo motivo que eu continuo a respirar. Não chegou ao fim.

Pelo mesmo motivo que continuo procurando emprego.

Porque alguém perceberá que eu ainda tenho valor.

Ou talvez eu perceba que não tenho…

Mas o principal é que tudo é aprendizado.

Ainda que estejamos vivendo tempos onde a ignorância e a violência mandem, aprendizado importa.

Mesmo que eu enlouqueça com idiotas que falam bobagens se achando os mais espertos.

Um aprendizado que eu passo é: essa fase de gente burra também passará.

Assim como eu e vocês.

Nada é para sempre.

Nem mesmo a malcriada que me entrevistou ontem e mandou mensagem dizendo que eu não estava “alinhada” com a vaga…

Seja lá o que isso quer dizer.

Hoje me candidatei a cinco vagas em plataformas diversas.

Escrevi dois textos e fiz a revisão de um jogo e um texto.

Agora vou postar este aqui e distribuir.

E continuarei respirando, mesmo que eu queira parar.

 

 

 

 

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